O que a história de fracasso do viagra feminino ensina sobre a sexualidade das mulheres

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A dose diária recomendada de maca peruana em cápsulas é de 3g ao dia, dividida em 3 doses, também pode ser consumida na forma de suplemento em pó, de 2 a 3 colheres de chá por dia, adicionada em vitaminas, iogurtes ou sucos de fruta, por exemplo. A maca peruana, apesar de ser uma planta medicinal, deve ser usada com orientação do médico, do nutricionista ou do fitoterapeuta, no entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliação do efeito no aumento da libido.

Depois de várias tentativas, a FDA deu finalmente luz ver ao primeiro comprimido sexual para as mulheres

A disfunção sexual masculina é tratada através da recuperação da ereção. Já a falta de desejo feminina é mais abstrata e ainda é um mistério para os cientistas - a única coisa que se sabe é que o mecanismo cerebral envolvido com a sensação de recompensa tem um papel importante. Uma das teorias é o chamado Distúrbio do Desejo Sexual Hipoativo (ou HSDD, na sigla em inglês). O HSDD afetaria partes frontais do cérebro e seria uma inabilidade de deixá-las mais inativas. Como essas regiões são responsáveis por tarefas do dia a dia, lembrando de problemas no trabalho, do aniversário de um conhecido, etc.

6. Ginseng

elas interfeririam no funcionamento do circuito de recompensa - e a capacidade de sentir prazer e motivação sexual seria inibida. Como explicamos ali em cima, o medicamento foi desenvolvido como um tratamento para a depressão. Mas testes clínicos mostraram pouca eficácia nesses casos. Um efeito colateral, no entanto, foi notado: mulheres que tomaram a droga começaram a ter experiências sexuais mais satisfatórias. Ela altera o equilíbrio natural dos neurotransmissores envolvidos com a sensação de recompensa da qual falamos anteriormente: a dopamina, a serotonina e a noradrenalina, compensando e normalizando os níveis dessas substâncias.

Flibanserin é o mesmo que Viagra?

Se a teoria do HSDD estiver certa, a droga permite que esses circuitos frontais relacionados à responsabilidades possam ter a atividade diminuída em determinados momentos - e parem de inibir o prazer sexual. A FDA já rejeitou a droga em 2010 porque, apesar de pacientes dizerem que suas experiências sexuais foram mais comprar viagra sem prescricao satisfatórias, experimentos falharam em quantificar um aumento do desejo. O problema é: como é possível quantificar algo tão abstrato? Mesmo assim, eles são menos extremos do que drogas para disfunção erétil já aprovadas. Estes incluem coisas como infarto, cegueira, morte súbita e até ruptura peniana. O ginseng é uma planta medicinal que age no sistema nervoso estimulando a produção de dopamina, um neurotransmissor que aumenta a sensação de prazer e a libido. O suplemento de ginseng em cápsulas é indicado para melhorar o contato íntimo e aumentar a libido na mulher, e deve-se tomar de 1 a 3 cápsulas ao dia, de acordo com a orientação do médico, nutricionista ou fitoterapeuta. O suplemento não deve ser tomado por pessoas que estejam usando remédios para depressão, diabetes ou possuam doença cardíaca ou asma. O Ginkgo biloba pode melhorar a libido feminina ao aumentar o fluxo sanguíneo na região dos órgãos genitais, além de ajudar a equilibrar neurotransmissores como dopamina e serotonina, que influenciam no prazer e humor. A dose do suplemento de ginkgo biloba pode variar entre 40 mg a 120 mg, 3 vezes por dia, devendo ser ingerido junto com a refeição para facilitar sua absorção. Embora seja um suplemento natural e seguro, o ginkgo biloba deve ser orientado pelo médico ou fitoterapeuta, sendo contra indicado em grávidas, mulheres em amamentação ou em pessoas com risco de hemorragia. Alguns cientistas afirmam que flutuações no desejo sexual feminino são normais - especialmente quando as mulheres ficam mais velhas.

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
Viagra Genérico150mg10 comprimidos36.73€ 34.98€
Viagra Genérico150mg90 + 6 comprimidos147.18€ 140.17€
Viagra Genérico200mg90 + 6 comprimidos170.79€ 162.66€
Viagra Original100mg92 + 4 comprimidos362.88€ 345.60€
Viagra Genérico200mg30 + 2 comprimidos83.07€ 79.11€
Viagra Professional100mg20 comprimidos71.14€ 67.75€
Viagra Genérico25mg60 + 4 comprimidos71.99€ 68.56€
Viagra Genérico200mg360 + 10 comprimidos481.98€ 459.03€
Viagra Genérico25mg30 + 4 comprimidos47.97€ 45.69€
Viagra Genérico200mg20 comprimidos61.69€ 58.75€
Viagra Genérico25mg20 comprimidos37.74€ 35.94€
Viagra Oral Jelly100mg21 saquetas78.66€ 74.91€
Viagra Oral Jelly100mg30 + 5 saquetas115.76€ 110.25€
Viagra Genérico200mg60 + 4 comprimidos125.19€ 119.23€
Viagra Genérico50mg120 + 6 comprimidos129.64€ 123.47€

Outros psicólogos sexuais dizem que o défcit de libido pode ser considerada um problema de saúde, já que estaria atrelado a um desequilíbrio hormonal. Mas, agora, a FDA (Food and Drugs Administration, o órgão regulamentador de medicamentos nos EUA) vai realizar um painel para decidir se aprovam ou não o teste de um potencial 'viagra feminino' em pacientes. Essa substância é a Flibanserina, uma droga não hormonal criada pelo laboratório Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals e que, hoje, é de propriedade da Sprout Pharmaceuticals (a venda da fórmula aconteceu em 2010)*. Originalmente, ela seria usada como um antidepressivo.

O enigma do desejo feminino

O problema é que, muitas vezes, as mulheres não chegam nem a se dar conta de que isso acontece. "Nós estudamos isso por anos e, para as mulheres, não é tão fácil autoavaliar a vasocongestão", ressalta Prause. "Então nós sabíamos que a chance de fazermos algo nesse sentido e de que as mulheres relatassem que de fato estavam sentindo alguma coisa era praticamente zero." A maioria dos problemas sexuais das mulheres não tem relação com um fluxo insuficiente de sangue para região genital, destaca Lori Brotto, professora do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e diretora do Laboratório de Saúde Sexual da mesma instituição. Listamos aqui o que você sabemos sobre toda essa questão até agora: Não são só mulheres que sofrem com a falta de libido após uma certa idade - o sucesso do Viagra está aí para provar isso. No entanto, as características dessa queda no desejo são bem diferentes entre homens e mulheres. A disfunção sexual masculina é tratada através da recuperação da ereção. Já a falta de desejo feminina é mais abstrata e ainda é um mistério para os cientistas - a única coisa que se sabe é que o mecanismo cerebral envolvido com a sensação de recompensa tem um papel importante. Uma das teorias é o chamado Distúrbio do Desejo Sexual Hipoativo (ou HSDD, na sigla em inglês). O HSDD afetaria partes frontais do cérebro e seria uma inabilidade de deixá-las mais inativas.

Nome comercial Princípio ativo Mecanismo de ação Ano de aprovação na UE
Addyi Flibanserina Modulador dos recetores de serotonina 2015
Vyleesi Bremelanotida Agonista dos recetores de melanocortina 2019
Intrinsa Testosterona transdérmica Terapia hormonal de reposição 2006

Como essas regiões são responsáveis por tarefas do dia a dia, lembrando de problemas no trabalho, do aniversário de um conhecido, etc. elas interfeririam no funcionamento do circuito de recompensa - e a capacidade de sentir prazer e motivação sexual seria inibida. Como explicamos ali em cima, o medicamento foi desenvolvido como um tratamento para a depressão. Mas testes clínicos mostraram pouca eficácia nesses casos. Um efeito colateral, no entanto, foi notado: mulheres que tomaram a droga começaram a ter experiências sexuais mais satisfatórias. Ela altera o equilíbrio natural dos neurotransmissores envolvidos com a sensação de recompensa da qual falamos anteriormente: a dopamina, a serotonina e a noradrenalina, compensando e normalizando os níveis dessas substâncias. Se a teoria do HSDD estiver certa, a droga permite que esses circuitos frontais relacionados à responsabilidades possam ter a atividade diminuída em determinados momentos - e parem de inibir o prazer sexual. A FDA já rejeitou a droga em 2010 porque, apesar de pacientes dizerem que suas experiências sexuais foram mais comprar viagra sem prescricao satisfatórias, experimentos falharam em quantificar um aumento do desejo. O problema é: como é possível quantificar algo tão abstrato? Mesmo assim, eles são menos extremos do que drogas para disfunção erétil já aprovadas.

Especialistas explicam que o medicamento pode não ser uma boa solução para todos os casos

Apesar da busca pela versão feminina do viagra estar a todo vapor na indústria farmacêutica (o viagra é um sucesso de vendas que pode ser repetido), muitas pessoas temem que a droga, se aprovada, poderá inibir a busca de soluções em caso que a falta de desejo não é um problema isolado, sim um sintoma. De acordo com a professora da Universidade de Southampton, Cynthia Graham, que leciona psicologia e saúde, a falta de desejo pode significar depressão ou estafa. "A situação que leva à falta do clima deve ser considerada sempre", contou ela à BBC. *A versão original da matéria não tinha a informação da venda da fórmula para a Sprout. A Food and Drug Administration (FDA) autorizou ontem a comercialização do Flibanserin, o primeiro “Viagra” feminino, destinado a mulheres que ainda não estejam na menopausa e tenham falta de desejo sexual, noticiou a “Lusa”.

2. Testosterona

A FDA, que rejeitou a comercialização da droga em 2010 e 2013, seguiu finalmente as recomendações de um comité consultivo de peritos que voltou em junho a recomendar a comercialização do medicamento. O Flibanserin, destinado a mulheres que não estejam na menopausa, pode ter efeitos secundários significativos, incluindo náuseas, tonturas e sonolência. Duas tentativas de trazer o medicamento para o mercado falharam em 2010 e 2013, porque os especialistas descreveram as vantagens como inconclusivas. Segundo documentos presentes na página na Internet da FDA, as mulheres que tomaram Flibanserin relataram, em média, 4,4 encontros sexuais satisfatórios por mês, contra 3,7 das que tomaram um placebo. Descoberta por acaso pela Pfizer, a "pílula azul" se tornou uma máquina de fazer dinheiro.

Qual o efeito do flibanserin?

Só nos primeiros três meses, os americanos compraram o equivalente a US$ 400 milhões da droga para disfunção erétil. Não demorou para que a indústria farmacêutica voltasse os olhos para a outra metade do mercado - as mulheres - e visse aí uma oportunidade de dobrar seus lucros. "Eu comecei a estudar fisiologia sexual bem na época em que o viagra apareceu. E a sensação era de que, naquele momento, muito dinheiro passou a fluir para a pesquisa em sexologia", relembra Nicole Prause, neurocientista e pesquisadora ligada à Universidade da Califórnia (UCLA). Nossa ciência [fisiologia sexual] ainda é de certa forma marginalizada, é vista como uma área arriscada. Estes incluem coisas como infarto, cegueira, morte súbita e até ruptura peniana. Apesar da busca pela versão feminina do viagra estar a todo vapor na indústria farmacêutica (o viagra é um sucesso de vendas que pode ser repetido), muitas pessoas temem que a droga, se aprovada, poderá inibir a busca de soluções em caso que a falta de desejo não é um problema isolado, sim um sintoma. De acordo com a professora da Universidade de Southampton, Cynthia Graham, que leciona psicologia e saúde, a falta de desejo pode significar depressão ou estafa.

6. E a repercussão?

"A situação que leva à falta do clima deve ser considerada sempre", contou ela à BBC. *A versão original da matéria não tinha a informação da venda da fórmula para a Sprout.

A nova aposta nos antidepressivos

A dose diária recomendada de maca peruana em cápsulas é de 3g ao dia, dividida em 3 doses, também pode ser consumida na forma de suplemento em pó, de 2 a 3 colheres de chá por dia, adicionada em vitaminas, iogurtes ou sucos de fruta, por exemplo. A maca peruana, apesar de ser uma planta medicinal, deve ser usada com orientação do médico, do nutricionista ou do fitoterapeuta, no entanto, ainda são necessários mais estudos para avaliação do efeito no aumento da libido. O ginseng é uma planta medicinal que age no sistema nervoso estimulando a produção de dopamina, um neurotransmissor que aumenta a sensação de prazer e a libido. O suplemento de ginseng em cápsulas é indicado para melhorar o contato íntimo e aumentar a libido na mulher, e deve-se tomar de 1 a 3 cápsulas ao dia, de acordo com a orientação do médico, nutricionista ou fitoterapeuta. O suplemento não deve ser tomado por pessoas que estejam usando remédios para depressão, diabetes ou possuam doença cardíaca ou asma.

Viagra feminino chega ao mercado em setembro

O Ginkgo biloba pode melhorar a libido feminina ao aumentar o fluxo sanguíneo na região dos órgãos genitais, além de ajudar a equilibrar neurotransmissores como dopamina e serotonina, que influenciam no prazer e humor. A dose do suplemento de ginkgo biloba pode variar entre 40 mg a 120 mg, 3 vezes por dia, devendo ser ingerido junto com a refeição para facilitar sua absorção. Embora seja um suplemento natural e seguro, o ginkgo biloba deve ser orientado pelo médico ou fitoterapeuta, sendo contra indicado em grávidas, mulheres em amamentação ou em pessoas com risco de hemorragia. Alguns cientistas afirmam que flutuações no desejo sexual feminino são normais - especialmente quando as mulheres ficam mais velhas. Outros psicólogos sexuais dizem que o défcit de libido pode ser considerada um problema de saúde, já que estaria atrelado a um desequilíbrio hormonal.

5. Maca peruana

Mas, agora, a FDA (Food and Drugs Administration, o órgão regulamentador de medicamentos nos EUA) vai realizar um painel para decidir se aprovam ou não o teste de um potencial 'viagra feminino' em pacientes. Essa substância é a Flibanserina, uma droga não hormonal criada pelo laboratório Boehringer Ingelheim Pharmaceuticals e que, hoje, é de propriedade da Sprout Pharmaceuticals (a venda da fórmula aconteceu em 2010)*. Originalmente, ela seria usada como um antidepressivo. Listamos aqui o que você sabemos sobre toda essa questão até agora: Não são só mulheres que sofrem com a falta de libido após uma certa idade - o sucesso do Viagra está aí para provar isso. No entanto, as características dessa queda no desejo são bem diferentes entre homens e mulheres. A Food and Drug Administration (FDA) autorizou ontem a comercialização do Flibanserin, o primeiro “Viagra” feminino, destinado a mulheres que ainda não estejam na menopausa e tenham falta de desejo sexual, noticiou a “Lusa”. A FDA, que rejeitou a comercialização da droga em 2010 e 2013, seguiu finalmente as recomendações de um comité consultivo de peritos que voltou em junho a recomendar a comercialização do medicamento. O Flibanserin, destinado a mulheres que não estejam na menopausa, pode ter efeitos secundários significativos, incluindo náuseas, tonturas e sonolência. Duas tentativas de trazer o medicamento para o mercado falharam em 2010 e 2013, porque os especialistas descreveram as vantagens como inconclusivas. Segundo documentos presentes na página na Internet da FDA, as mulheres que tomaram Flibanserin relataram, em média, 4,4 encontros sexuais satisfatórios por mês, contra 3,7 das que tomaram um placebo. Descoberta por acaso pela Pfizer, a "pílula azul" se tornou uma máquina de fazer dinheiro. Só nos primeiros três meses, os americanos compraram o equivalente a US$ 400 milhões da droga para disfunção erétil. Não demorou para que a indústria farmacêutica voltasse os olhos para a outra metade do mercado - as mulheres - e visse aí uma oportunidade de dobrar seus lucros. "Eu comecei a estudar fisiologia sexual bem na época em que o viagra apareceu. E a sensação era de que, naquele momento, muito dinheiro passou a fluir para a pesquisa em sexologia", relembra Nicole Prause, neurocientista e pesquisadora ligada à Universidade da Califórnia (UCLA). Nossa ciência [fisiologia sexual] ainda é de certa forma marginalizada, é vista como uma área arriscada. Há muitas companhias que não querem nem chegar perto desse assunto." Quase 25 anos e muitos milhões de dólares depois, a indústria farmacêutica nunca conseguiu emplacar uma versão da "pílula azul" para as mulheres.

A busca pela 'pílula rosa'

Há muitas companhias que não querem nem chegar perto desse assunto." Quase 25 anos e muitos milhões de dólares depois, a indústria farmacêutica nunca conseguiu emplacar uma versão da "pílula azul" para as mulheres. A história do viagra masculino é bastante conhecida. "Quando alguns dos participantes dos testes clínicos começaram a relatar que vinham tendo mais ereções que o normal. Nós inicialmente não demos muita atenção, achamos que se devia ao fato de os participantes serem homens jovens." A decisão de investigar melhor veio quando um trabalho publicado por pesquisadores americanos mostrou como um dos componentes do fármaco que eles vinham testando (chamado inibidor PDE5) agia sobre o tecido do corpo cavernoso do pênis, aumentando a circulação sanguínea na região. "Meu chefe pediu que organizasse um estudo para entender se aquilo era real ou um 'acidente'", lembra Boolell.

1. Flibanserin

Tempos depois, as pesquisas com o viagra mostrariam que esse aumento da circulação era de fato capaz de provocar ereções e de mantê-las por mais tempo. E a primeira abordagem da indústria farmacêutica ao voltar seus esforços para um possível viagra feminino se baseava exatamente nesse princípio: literalmente bombear mais sangue para a vagina e para o clitóris. "O tecido que dá origem aos órgãos sexuais femininos e masculinos é o mesmo nas fases iniciais do desenvolvimento do feto", explica Boolell. "Esse tecido vai se diferenciando à medida que é exposto aos hormônios, mas as células-tronco que dão origem aos órgãos sexuais são essencialmente as mesmas [em meninos e meninas]. E a enzima fosfodiesterase tipo 5 [PDE5] também está presente no tecido genital feminino.

3. DHEA

Então nós pensamos: 'Bom, se funcionou com os homens, tem uma boa chance de que tenha impacto nas mulheres'." Os exames fisiológicos chegavam a mostrar um aumento da circulação sanguínea na vagina e no clitóris, mas tanto as participantes do grupo placebo quanto as que estavam tomando viagra não relatavam melhora na função sexual. Outras farmacêuticas realizando pesquisas semelhantes vinham se deparando com o mesmo problema - o que não chegava a ser surpresa para os especialistas em fisiologia sexual que já pesquisavam como a questão do fluxo sanguíneo se encaixava na equação da satisfação sexual. Esse era o caso da cientista Nicole Prause, na época envolvida em um dos projetos do viagra feminino nos EUA. O aumento do fluxo de sangue para os órgãos sexuais também faz parte da resposta sexual feminina. Quando uma mulher fica excitada, o corpo intensifica a circulação sanguínea nas paredes vaginais e no clitóris, que aumenta de tamanho, assim como os pequenos lábios - um processo chamado vasocongestão. A história do viagra masculino é bastante conhecida.

  • Dispositivos como o "Eros Therapy" (clitoral therapy device) são aprovados pela FDA para tratar a disfunção sexual feminina através de estimulação suave.
  • Este aparelho usa vácuo e vibração para aumentar o fluxo sanguíneo e a sensibilidade do clitóris, promovendo o desejo e o orgasmo.
  • Em Portugal, este tipo de dispositivo não é comum nem comparticipado, mas pode ser adquirido online ou em lojas especializadas.
  • Existem também aplicações móveis e programas de exercícios de Kegel que ajudam a fortalecer o pavimento pélvico e melhorar a resposta sexual.
  • A estimulação elétrica do nervo sacral é uma opção mais invasiva, usada em casos graves de disfunção sexual, mas raramente disponível.

"Quando alguns dos participantes dos testes clínicos começaram a relatar que vinham tendo mais ereções que o normal. Nós inicialmente não demos muita atenção, achamos que se devia ao fato de os participantes serem homens jovens." A decisão de investigar melhor veio quando um trabalho publicado por pesquisadores americanos mostrou como um dos componentes do fármaco que eles vinham testando (chamado inibidor PDE5) agia sobre o tecido do corpo cavernoso do pênis, aumentando a circulação sanguínea na região. "Meu chefe pediu que organizasse um estudo para entender se aquilo era real ou um 'acidente'", lembra Boolell. Tempos depois, as pesquisas com o viagra mostrariam que esse aumento da circulação era de fato capaz de provocar ereções e de mantê-las por mais tempo. E a primeira abordagem da indústria farmacêutica ao voltar seus esforços para um possível viagra feminino se baseava exatamente nesse princípio: literalmente bombear mais sangue para a vagina e para o clitóris. "O tecido que dá origem aos órgãos sexuais femininos e masculinos é o mesmo nas fases iniciais do desenvolvimento do feto", explica Boolell.

Medicamento Apresentação Preço mensal aproximado Comparticipação do SNS
Addyi 30 comprimidos de 100 mg 120-150 € Não comparticipado
Vyleesi 4 canetas injetoras pré-cheias 180-220 € Não comparticipado
Intrinsa 28 pensos transdérmicos 45-65 € Comparticipado a 37%

"Esse tecido vai se diferenciando à medida que é exposto aos hormônios, mas as células-tronco que dão origem aos órgãos sexuais são essencialmente as mesmas [em meninos e meninas]. E a enzima fosfodiesterase tipo 5 [PDE5] também está presente no tecido genital feminino.

  • A indústria farmacêutica tem investido no desenvolvimento de novos fármacos para a disfunção sexual feminina, mas muitos falham nos ensaios clínicos.
  • O mercado do "viagra feminino" é controverso, com críticas de que medicaliza a sexualidade feminina de forma desnecessária.
  • Associações de defesa dos consumidores alertam para o marketing agressivo de produtos sem eficácia comprovada, especialmente online.
  • Em Portugal, o Infarmed regula rigorosamente a publicidade de medicamentos e suplementos, mas produtos importados podem escapar ao controlo.
  • A prescrição de qualquer fármaco para o desejo sexual deve ser feita por um médico após avaliação completa, incluindo análises hormonais.

Então nós pensamos: 'Bom, se funcionou com os homens, tem uma boa chance de que tenha impacto nas mulheres'." Os exames fisiológicos chegavam a mostrar um aumento da circulação sanguínea na vagina e no clitóris, mas tanto as participantes do grupo placebo quanto as que estavam tomando viagra não relatavam melhora na função sexual. Outras farmacêuticas realizando pesquisas semelhantes vinham se deparando com o mesmo problema - o que não chegava a ser surpresa para os especialistas em fisiologia sexual que já pesquisavam como a questão do fluxo sanguíneo se encaixava na equação da satisfação sexual. Esse era o caso da cientista Nicole Prause, na época envolvida em um dos projetos do viagra feminino nos EUA.

  • Suplementos naturais como o maca peruano, o ginseng e o tribulus terrestris são promovidos como alternativas ao "viagra feminino".
  • A evidência científica sobre a eficácia destes suplementos é limitada e muitos estudos são de pequena escala ou financiados pelos fabricantes.
  • O óleo de prímula e o inhame selvagem são usados na medicina tradicional para equilibrar hormonas, mas sem comprovação robusta.
  • Alguns suplementos podem interagir com medicamentos como a pílula contracetiva ou antidepressivos, reduzindo a sua eficácia.
  • A regulamentação de suplementos em Portugal é menos rigorosa do que a de medicamentos, o que pode levar a variações na qualidade dos produtos.

O aumento do fluxo de sangue para os órgãos sexuais também faz parte da resposta sexual feminina. Quando uma mulher fica excitada, o corpo intensifica a circulação sanguínea nas paredes vaginais e no clitóris, que aumenta de tamanho, assim como os pequenos lábios - um processo chamado vasocongestão.

  • A educação sexual e o conhecimento do próprio corpo são fundamentais para melhorar a experiência sexual feminina, sem recorrer a fármacos.
  • Muitas mulheres confundem falta de desejo com falta de excitação, que podem ser abordadas com diferentes estratégias.
  • A masturbação e a exploração de fantasias sexuais são formas seguras de aumentar a libido e a autoconfiança sexual.
  • O uso de lubrificantes à base de água ou silicone pode resolver problemas de secura vaginal que afetam o prazer e o desejo.
  • Em Portugal, existem linhas de apoio e consultas de sexologia no SNS que oferecem aconselhamento gratuito e confidencial.

O problema é que, muitas vezes, as mulheres não chegam nem a se dar conta de que isso acontece. "Nós estudamos isso por anos e, para as mulheres, não é tão fácil autoavaliar a vasocongestão", ressalta Prause. "Então nós sabíamos que a chance de fazermos algo nesse sentido e de que as mulheres relatassem que de fato estavam sentindo alguma coisa era praticamente zero." A maioria dos problemas sexuais das mulheres não tem relação com um fluxo insuficiente de sangue para região genital, destaca Lori Brotto, professora do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e diretora do Laboratório de Saúde Sexual da mesma instituição.

Rahel Stoll

Seit der Kindheit wünschte ich in einem helfenden, die Menschen begleitenden Beruf tätig zu sein. Schon früh in meiner ärztlichen Ausbildung an der Universität Zürich mit Staatsexamen 1985 begeisterte mich das Fach Gynäkologie und Geburtshilfe. So schrieb ich bereits während dem Medizinstudium meine Dissertation in diesem Bereich und promovierte am 1.1.1986. Meine Ausbildung an diversen Kliniken führte mich zur Fachärztin für Allgemeine Innere Medizin FMH im Jahre 1994. In den folgenden Jahren war ich zuerst teilweise, dann ausschliesslich in der Gynäkologie und Geburtshilfe tätig nebst meiner schönsten Aufgabe des Mutterseins von  drei mittlerweilen erwachsenen Kindern. Im 2002 liess mich eine liebe Kollegin in ihrer Praxis in Zürich Oerlikon als selbstständige Frauenärztin tätig sein. Nach stetigem Patientinnenzuwachs konnte ich später die Frauenarztpraxis in Opfikon eigenständig übernehmen. Viele Jahre war und ist mir die Begleitung «meiner Frauen» in und ausserhalb der Schwangerschaft eine grosse Freude und Erfüllung. Dankbar für ihr langjähriges Vertrauen habe ich nun das Glück, meine Praxis per 1. Juli 2022 in jüngere, kompetente und liebevolle Hände zu übergeben und gleichzeitig  weiterhin Patientinnen mitbegleiten zu dürfen.

Ich freue mich auf Sie.

Benjamin Rudolf

LEBENSLAUF

1997 - 2004 Studium der Medizin an der Universität zu Köln /D
2004 - 2009 Ausbildung zum Facharzt für Gynäkologie und Geburtshilfe

• Vinzenz-Pallotti-Hospital Bensberg/D
• St.-Marien-Hospital am Venusberg Bonn/D
• St. Johannes-Krankenhaus Troisdorf/D
2009 Facharzttitel
2009 - 2011 Oberarzt für Gynäkologie und Geburtshilfe im St. Johannes Krankenhaus Troisdorf/D
2011 - 2014 Oberarzt für Gynäkologie und Geburtshilfe im Spital Bülach/CH
2014-2022 Leitender Arzt der Abteilung für Gynäkologie und Geburtshilfe im Spital Bülach/CH
Seit August 2022 Selbstständiger Facharzt in der GynPraxis Opfikon

Qualifikationen