Cuidados ao tomar sildenafil 100 mg

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Sem excitação, o efeito pode não surgir, mesmo que a dose esteja correta e o horário tenha sido respeitado.

O que contém este folheto:

Não se deve repetir a toma antes de passarem 24 horas, respeitando sempre a dose indicada pelo médico. Cerca de uma hora antes da atividade sexual, embora o efeito possa surgir mais cedo ou demorar mais tempo a fazer-se sentir, dependendo da pessoa e da existência de uma refeição recente. Os comprimidos revestidos engolem-se com água, com ou sem alimentos, enquanto os comprimidos orodispersíveis devem ser colocados na língua e deixados dissolver, seguindo sempre as indicações do folheto informativo. Convém recordar que o medicamento não provoca uma ereção espontânea. Ou seja, só atua na presença de estimulação sexual. Nenhum dos dois altera a dose recomendada, mas ambos influenciam a forma como a Sildenafila atua.

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
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Refeições muito ricas em gordura podem atrasar significativamente a absorção do medicamento, levando o efeito a demorar mais a manifestar-se.

  • O sildenafil de 100 mg pode ser tomado independentemente da idade, desde que o doente seja adulto e não tenha contraindicações.
  • Em doentes com diabetes ou hipertensão controlada, o medicamento pode ser utilizado sob vigilância médica.
  • Se estiver a fazer diálise, a dose inicial recomendada é geralmente de 25 mg.
  • Não tome sildenafil se tiver tensão arterial muito baixa (hipotensão) ou muito alta não controlada.
  • O medicamento não protege contra doenças sexualmente transmissíveis; use preservativo se necessário.
  • Guarde o comprimido longe da humidade, por exemplo, não o guarde na casa de banho.
  • Se tiver dúvidas sobre como tomar, leia o folheto informativo ou pergunte ao farmacêutico.

Portanto, é aconselhável tomar o comprimido com o estômago vazio ou algumas horas após uma refeição pesada. O consumo excessivo de álcool também não é recomendado, uma vez que aumenta o risco de tonturas, rubor, descida da tensão arterial e desmaios, além de poder dificultar a resposta erétil.

Efeitos secundários mais comuns do sildenafil

Como inibidor da PDE5, bloqueia a enzima que degrada o cGMP, uma substância estimulada pelo óxido nítrico, que ajuda a relaxar os vasos sanguíneos e permite a entrada de sangue no tecido erétil. Assim, facilita a obtenção e a manutenção de uma ereção adequada para a relação sexual. No entanto, o medicamento não provoca uma ereção espontânea. Para que o Sildenafil funcione, é necessário haver estímulo ou excitação sexual. Além da disfunção erétil, o Sildenafil também pode ser indicado no tratamento da hipertensão pulmonar.

Mecanismo de ação (inibição da PDE5)

Nestes casos, ajuda a relaxar os vasos sanguíneos dos pulmões, reduzindo a pressão pulmonar, melhorando a capacidade para o exercício e diminuindo a sobrecarga do lado direito do coração. Para esta condição, o Sildenafil pode ser comercializado sob nomes como Revatio, com dosagens, indicação médica e monitorização clínica diferentes das usadas no tratamento da disfunção erétil. O Sildenafil, frequentemente associado ao nome comercial Viagra, está disponível em diferentes dosagens. As concentrações mais comuns são 25 mg, 50 mg e 100 mg. Considerada uma dose mais cautelosa, é geralmente prescrita quando existe uma maior sensibilidade ao medicamento, um risco acrescido de efeitos secundários ou condições clínicas específicas, tais como qualquer grau de insuficiência hepática (por exemplo, cirrose) — não apenas em casos graves — ou insuficiência renal grave (depuração da creatinina inferior a 30 mL/min). Assim, para favorecer a eficácia do tratamento, deve evitar-se o álcool em excesso e as refeições muito gordurosas nas horas que antecedem a toma.

Forma Instrução Duração do efeito Início da acção
Comprimido revestido Engolir inteiro com água 4 a 6 horas 30 a 60 minutos
Comprimido orodispersível Dissolver na língua 4 a 6 horas 20 a 40 minutos
Comprimido para mastigar Mastigar bem antes de engolir 4 a 6 horas 25 a 45 minutos

A regra geral é uma toma por dia, devendo respeitar-se um intervalo mínimo de 24 horas entre administrações, mesmo que o efeito da toma anterior tenha sido fraco ou tardio.

  • Tome o comprimido com um copo de água, de preferência à mesma hora do dia quando usado regularmente sob indicação médica.
  • Não esmague nem dissolva o comprimido, pois a absorção pode ser alterada.
  • O efeito pode ser reduzido se estiver stressado, cansado ou ansioso; o ambiente também influencia a resposta.
  • Se não resultar à primeira, não desanime; pode ser necessário ajustar a dose ou o momento da toma.
  • Evite fumar imediatamente antes ou depois da toma, pois o tabaco pode afetar a circulação.
  • O sildenafil não deve ser usado como recreativo por pessoas sem disfunção erétil.
  • Mantenha um registo das tomas e dos efeitos para partilhar com o médico nas consultas.

Apesar de o efeito clínico durar tipicamente entre 4 e 6 horas, a Sildenafila permanece ativa no organismo durante mais tempo. Tomar uma nova dose demasiado cedo aumenta o risco de efeitos secundários.

  • Evite tomar sildenafil com refeições muito gordurosas, como fritos ou pratos com molhos pesados.
  • O sumo de toranja pode aumentar a concentração do fármaco e o risco de efeitos secundários.
  • Beba apenas água para engolir o comprimido; evite refrigerantes, café ou bebidas alcoólicas em excesso.
  • Se tiver dificuldade em engolir, não dissolva o comprimido em líquidos sem indicação médica.
  • Não tome o comprimido com leite ou derivados, pois podem interferir com a absorção.
  • Mantenha um intervalo de pelo menos 24 horas entre tomas, mesmo que a dose seja baixa.
  • O medicamento não deve ser tomado diariamente como suplemento, salvo indicação médica específica.

Não se deve, em caso algum, combinar comprimidos para atingir uma dose superior à indicada, por exemplo dois comprimidos de 50 mg para alcançar 100 mg sem orientação médica.

Dúvidas comuns sobre o Viagra

Outras podem exigir um ajuste da dose ou um acompanhamento mais rigoroso. O ritonavir merece uma menção especial: aumenta substancialmente as concentrações plasmáticas de Sildenafil, pelo que a coadministração não é, em geral, aconselhada; quando inevitável, a dose não deve exceder 25 mg num período de 48 horas. Por conseguinte, é essencial informar sempre o seu médico ou farmacêutico sobre todos os medicamentos que está a tomar, incluindo tanto os medicamentos sujeitos a receita médica como os de venda livre. Um dos vários critérios para determinar e ajustar a dose de Sildenafil, a par da idade, das comorbidades e dos medicamentos concomitantes. O objetivo do médico é sempre encontrar a dose mais baixa que produza o efeito desejado, reduzindo assim o risco de efeitos secundários.

8. Quanto tempo o Viagra faz efeito?

Em casos de disfunção erétil ligeira a moderada, costuma recomendar-se a dose inicial habitual, podendo o médico optar pela mais baixa logo de início caso o paciente tenha mais de 65 anos ou esteja a tomar outros medicamentos. Já nos casos de disfunção erétil grave, em que o fluxo sanguíneo está muito limitado ou a ereção raramente é alcançada, o médico pode optar por iniciar o tratamento com uma dose mais elevada. Ou, ainda, aumentá-la de forma gradual, caso a dosagem inicial não se mostre suficiente após algumas tentativas. O Viagra ou Sildenafil genérico deve ser tomado por via oral cerca de uma hora antes da relação sexual, com ou sem comida, embora refeições gordurosas possam atrasar o efeito. O medicamento só atua havendo estimulação sexual. A dose máxima por toma em adultos é de 100 mg, mas esta regra não dispensa o limite de uma toma diária.

Perguntas frequentes sobre a dosagem de Sildenafil

A dose deve ser definida com orientação de um profissional de saúde, pois a escolha não depende apenas da intensidade da disfunção erétil. Fatores como idade, estado geral de saúde, historial clínico, medicamentos em utilização e resposta ao tratamento também devem ser avaliados antes de iniciar ou ajustar a toma, de forma a reduzir riscos e aumentar a probabilidade de eficácia nas relações sexuais. Para homens a partir dos 65 anos, deve ser considerada uma dose inicial de 25 mg, com eventual ajuste posterior conforme a eficácia e a tolerabilidade, sempre com orientação médica. Essa recomendação existe porque, nesta faixa etária, a exposição ao Sildenafil pode ser maior do que em homens mais jovens. Com níveis mais elevados do medicamento no organismo, também pode aumentar a probabilidade de efeitos secundários, como tonturas, rubor, alterações visuais ou descida da tensão arterial, sobretudo quando o tratamento começa diretamente por doses mais altas.

2. Citrato de sildenafila 20 mg

Antes de iniciar o tratamento, há que ter em conta eventuais condições de saúde que exijam maior cuidado, como: Também a diabetes, as doenças cardiovasculares, as alterações hormonais e quadros de ansiedade ou depressão influenciam tanto a origem da disfunção erétil como a resposta ao Viagra. Nestes casos, o médico pode optar por uma dose mais baixa, ajustar o tratamento ou, se necessário, evitar a Sildenafila. Outro aspeto importante é a medicação que está vendo sildenafil a ser tomada no momento, uma vez que alguns fármacos podem interferir com a Sildenafila ou aumentar o risco de efeitos secundários. É o caso dos nitratos, alfa-bloqueadores, riociguat, medicamentos que afetam o metabolismo da Sildenafila no fígado, sobretudo inibidores da enzima CYP3A4, como: alguns tratamentos para o VIH, incluindo ritonavir e saquinavir. Algumas destas combinações são contraindicadas, como é o caso dos nitratos e do riociguato, devido ao risco de uma queda acentuada da pressão arterial. Em homens idosos ou com insuficiência renal ou hepática, ou que tomem medicamentos que interfiram com o metabolismo da Sildenafila, o intervalo entre tomas e a dose inicial devem ser sempre avaliados por um profissional de saúde.

  • O sildenafil só atua na presença de estimulação sexual; não provoca ereção espontânea.
  • Em doentes com insuficiência hepática ou renal grave, o médico pode recomendar uma dose inicial inferior, como 25 mg.
  • Nos idosos com mais de 65 anos não é necessário ajuste de dose, mas a resposta pode ser mais lenta.
  • Se a dose de 100 mg for mal tolerada, o médico pode reduzir para 50 mg ou 25 mg.
  • O efeito pode durar até 4 a 5 horas, embora a ereção não seja contínua durante esse período.
  • Não utilize sildenafil em conjunto com medicamentos à base de nitratos, pois pode causar descida perigosa da tensão arterial.
  • Informe o seu médico se estiver a tomar alfabloqueantes, usados para a próstata ou tensão arterial.
  • Em caso de ereção dolorosa com duração superior a 4 horas, procure assistência médica imediata.

O mais importante é não aumentar a dose por iniciativa própria. Antes disso, deve avaliar-se se existiram fatores que possam ter influenciado o resultado, como: intervalo insuficiente entre a toma e a atividade sexual (o medicamento costuma precisar de cerca de 30 a 60 minutos para atingir o pico de ação). Caso a falta de eficácia persista em utilizações seguintes, é importante falar com um médico ou farmacêutico, que poderá rever a dose, avaliar medicamentos em uso, investigar causas para a disfunção erétil ou considerar alternativas terapêuticas.

Sildenafil vs Viagra: qual a diferença?

Também pode ser recomendada quando doses mais elevadas não são bem toleradas ou quando o médico considera que o tratamento deve ser iniciado de forma mais conservadora. Habitualmente, a Sildenafila 50 mg é a dose inicial recomendada para a maioria dos homens adultos com disfunção erétil. Deve ser tomada apenas quando necessário, aproximadamente 1 hora antes da atividade sexual, e não deve ser repetida no mesmo dia. Em Portugal, apenas a dosagem de 50 mg pode ser dispensada sem receita médica no âmbito da classificação de medicamento não sujeito a receita médica de dispensa exclusiva em farmácia (MNSRM-EF). Ainda assim, a dispensa deve ocorrer exclusivamente em farmácia, após avaliação do farmacêutico e aplicação do respetivo protocolo de dispensa.

Sildenafila 100 mg: a dose máxima permitida

Dosagem máxima recomendada por toma em adultos e pode ser considerada quando a de 50 mg em dose única não produz o efeito esperado, desde que o medicamento seja bem tolerado e não existam contraindicações. Mesmo nestes casos, deve respeitar-se o limite de uma toma por dia, sem repetir a dose ou combinar comprimidos para tentar intensificar o efeito. Não, pois aumentar ou alterar a quantidade do medicamento eleva o risco de efeitos secundários graves, como descidas bruscas da tensão arterial, tonturas, alterações visuais e priapismo. Além disso, o uso inadequado mascara problemas de saúde mais sérios, incluindo doenças cardiovasculares. Como a Sildenafila pode interagir com outros medicamentos, sobretudo os que contêm nitratos, a dose adequada deve ser sempre avaliada por um médico ou profissional de saúde, de acordo com o quadro clínico individual. Vale ainda referir que, em alguns casos, é necessário recorrer ao medicamento em várias ocasiões distintas antes de se notar o efeito pretendido, pelo que a ausência de resultados numa só toma não significa necessariamente que o tratamento não esteja a funcionar. Os efeitos colaterais do Sildenafil variam conforme a dose, a sensibilidade individual, o estado de saúde e os medicamentos em utilização, sendo geralmente ligeiros a moderados.

Medicamento Grupo Efeito da interacção Recomendação
Nitroglicerina Nitratos Hipotensão grave Não tomar
Cetoconazol Antifúngico Aumento da concentração de sildenafil Reduzir dose para 25 mg
Ritonavir Antirretroviral Aumento significativo da concentração Não exceder 25 mg em 48h
Alfabloqueantes Hipertensão Hipotensão ortostática Tomar com intervalo de 4h
Eritromicina Antibiótico Aumento moderado da concentração Monitorizar efeitos

Embora sejam habitualmente transitórios, devem ser acompanhados caso se tornem intensos, persistentes ou recorrentes. A dor de cabeça é o efeito secundário mais frequente do Viagra, sendo a maioria dos sintomas ligeiros e passageiros, surgindo sobretudo nas primeiras tomas ou quando a dose não é a mais adequada.

Rahel Stoll

Seit der Kindheit wünschte ich in einem helfenden, die Menschen begleitenden Beruf tätig zu sein. Schon früh in meiner ärztlichen Ausbildung an der Universität Zürich mit Staatsexamen 1985 begeisterte mich das Fach Gynäkologie und Geburtshilfe. So schrieb ich bereits während dem Medizinstudium meine Dissertation in diesem Bereich und promovierte am 1.1.1986. Meine Ausbildung an diversen Kliniken führte mich zur Fachärztin für Allgemeine Innere Medizin FMH im Jahre 1994. In den folgenden Jahren war ich zuerst teilweise, dann ausschliesslich in der Gynäkologie und Geburtshilfe tätig nebst meiner schönsten Aufgabe des Mutterseins von  drei mittlerweilen erwachsenen Kindern. Im 2002 liess mich eine liebe Kollegin in ihrer Praxis in Zürich Oerlikon als selbstständige Frauenärztin tätig sein. Nach stetigem Patientinnenzuwachs konnte ich später die Frauenarztpraxis in Opfikon eigenständig übernehmen. Viele Jahre war und ist mir die Begleitung «meiner Frauen» in und ausserhalb der Schwangerschaft eine grosse Freude und Erfüllung. Dankbar für ihr langjähriges Vertrauen habe ich nun das Glück, meine Praxis per 1. Juli 2022 in jüngere, kompetente und liebevolle Hände zu übergeben und gleichzeitig  weiterhin Patientinnen mitbegleiten zu dürfen.

Ich freue mich auf Sie.

Benjamin Rudolf

LEBENSLAUF

1997 - 2004 Studium der Medizin an der Universität zu Köln /D
2004 - 2009 Ausbildung zum Facharzt für Gynäkologie und Geburtshilfe

• Vinzenz-Pallotti-Hospital Bensberg/D
• St.-Marien-Hospital am Venusberg Bonn/D
• St. Johannes-Krankenhaus Troisdorf/D
2009 Facharzttitel
2009 - 2011 Oberarzt für Gynäkologie und Geburtshilfe im St. Johannes Krankenhaus Troisdorf/D
2011 - 2014 Oberarzt für Gynäkologie und Geburtshilfe im Spital Bülach/CH
2014-2022 Leitender Arzt der Abteilung für Gynäkologie und Geburtshilfe im Spital Bülach/CH
Seit August 2022 Selbstständiger Facharzt in der GynPraxis Opfikon

Qualifikationen